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O que é Fintech?

O que é Fintech?

Fintechs são empresas que utilizam tecnologia para gerar soluções inovadoras nos diferentes produtos e serviços do mercado financeiro. Oferecendo diversos serviços digitais, elas provocaram uma mudança de paradigma em um mercado antes dominado por poucas marcas.

Já imaginou um mundo sem agências bancárias físicas, em que todos os serviços pudessem ser resolvidos a qualquer hora do dia por meio de seu smartphone, com direito a atendimento de qualidade à sua disposição?

Imagine ainda um cenário em que você pudesse aumentar e reduzir o limite de seu cartão de crédito sem falar com ninguém, com apenas 1 clique no aplicativo. Para o terror dos bancos tradicionais, que se agarram à burocracia para amarrar seus clientes, esse mundo já existe e se chama fintech. Mas você sabe realmente o que é fintech? Veja alguns exemplos para facilitar sua compreensão:

Fintechs de pagamento

As fintechs de pagamento surgem para facilitar nossa vida quando o assunto é compra e venda. Podem oferecer novidades em cartões de crédito ou máquinas de cartão, por exemplo. Nessa categoria, entra o Nubank, que surgiu como uma empresa de cartão de crédito sem taxas e anuidade, além de cobrar juros rotativos abaixo da média de mercado.

Fintechs de controle financeiro

Para quem precisa manter as finanças em ordem, vieram as fintechs de controle financeiro. Um exemplo desse tipo é o Venda ERP, que auxilia no controle de despesas pelo celular, permitindo a criação de categorias de gastos e definição de metas.

Fintechs de crédito ou empréstimo

Já pensou aproximar quem precisa de dinheiro e quem pode emprestar cobrando juros menores? Bem, é essa a ideia das fintechs de crédito ou empréstimo. Elas possuem estrutura enxuta e realizam análise de crédito a partir de soluções tecnológicas para melhorar a dinâmica dos serviços financeiros.

Quais são as vantagens de uma Fintech?

Para que você entenda da melhor forma possível, usaremos como exemplo os bancos. Ao contrário de muitos bancos tradicionais, as fintechs trabalham para facilitar a vida das pessoas, fazendo com que elas consigam resolver problemas e utilizar serviços com rapidez e segurança.

Enquanto um banco tradicional exige a presença do cliente na hora de abrir uma conta, com as fintechs o processo é bem mais prático. Hoje, é possível abrir uma conta de investimentos sem precisar sair de casa, bastando preencher os dados principais, como CPF e identidade.

Confira alguns dos benefícios que ilustram bem o que é fintech em diversas áreas do mercado atual:

  • Tecnologia: é possível resolver quase tudo online sem abrir mão da segurança.
  • Agilidade: menos burocracia.
  • Novidade: serviços que inovam o setor e trazem novas soluções.
  • Preço justo: costumam oferecer serviços com preços mais baixos, sem abrir mão da qualidade.
Quais serviços as fintechs oferecem?

Fintechs podem oferecer uma ampla variedade de serviços, tanto para usuários domésticos (pessoas físicas) quanto para empresas e demais instituições (pessoas jurídicas).

Alguns desses serviços não são muito diferentes daquilo que encontrávamos antigamente, contas digitais, cartão de crédito (inclusive pré-pago), sistemas de pagamentos, financiamentos, seguros, entre outros.

Outros serviços se diferem bastante, como os que disponibilizam plataformas para que o cliente possa gerenciar as suas finanças com mais clareza ou que permitem que outros usuários.

Afinal, as Fintechs são confiáveis?

Muitas fintechs conseguem ser mais atraentes e facilitadoras, um sistema como o Venda ERP por exemplo, reduzir processos burocráticos para a administração geral de uma empresa. Isso é positivo, é claro.

Por essa razão, é importante observar quais companhias são parceiras da fintech, se a empresa cumpre normas de mercado, se ela tem queixas em órgãos de defesa do consumidor (fuja daquelas que têm muitas reclamações) e assim por diante.

Também é essencial saber se a empresa tem uma política clara de proteção à privacidade, se investe em segurança da informação, se adota medidas de combate a fraudes, se tem canais eficientes de comunicação com clientes.

As fintechs vieram para ficar?

Há alguns nichos de mercado que seguem o estilo “rojão”: explodem e depois desaparecem. Um exemplo são os sites de compras coletivas: esses serviços tiveram grande popularidade por volta de 2010, mas, hoje, estão reduzidos a pouquíssimos players. Os sites que não fecharam foram absorvidos por outros ou tiveram mudanças drásticas em seu modelo de negócio.

Mas esse não é o caso das fintechs. Como acontece em praticamente todo ramo de atividade, empresas do segmento podem fechar ou ser “engolidas” por companhias maiores. Porém, é pouco provável que elas enfrentem o “efeito rojão”.

Isso porque, acima de tudo, essas empresas surgem como resposta a uma necessidade. O número de pessoas que utilizam smartphones e internet no mundo todo não para de crescer. Consequentemente, a demanda por serviços digitais aumenta: até indivíduos pouco familiarizados com a tecnologia percebem o que os dispositivos móveis podem fazer e, gradualmente, passam a aproveitar esse potencial.

De fato, as parcerias parecem ser o melhor caminho para ambos os lados. Quem não mergulha nesse mundo continua mantendo uma estrutura complexa e consolidada, enquanto as fintechs cobrem lacunas ou criam espaços onde antes parecia não haver nada.

No fim das contas, é o consumidor que acaba se beneficiando, não só por ter mais opções de serviços à sua disposição, mas por conseguir exercer o poder de escolha com mais facilidade.

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José Moura

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